É a valência mais antiga da instituição e o seu funcionamento remonta a
1980.
A Escola Especial é frequentada por alunos com graves problemas de
aprendizagem e desenvolve com eles um programa educativo individualizado
que contempla as áreas essenciais à autonomia e adaptação social: cuidado
pessoal, comunicação, socialização, motricidade e manualidade.
A admissão obedece às normas do Ministério da Educação, fixadas na
Portaria 1102/97, nomeadamente o reconhecimento pelos pais, pela escola
de origem e pelos serviços regionais de educação especial das vantagens
esperadas da escolarização neste contexto.
O governo determinou em 2008 o reforço da capacidade de
resposta das escolas públicas a estes alunos, com vista à evitar futuros
encaminhamentos para as escolas especiais e conseguir a médio prazo o seu
encerramento.
Em linha com estas decisões, a escola especial da Cerci-Lamas é
frequentada, no ano escolar 2010-11, por apenas oito alunos, que irão saindo
desta valência à medida que atingirem o limite da idade escolar.
Uma parte dos recursos físicos e humanos da escola especial estão a
ser transferidos para o Centro de Recursos para a Inclusão.
A equipa técnica da escola especial é constituída pelo psicólogo e
director pedagógico David Domingues, duas professoras destacadas, terapeuta
ocupacional, auxiliar pedagógica do ensino especial e vigilante.











